Vamos falar de Alienação Parental?

A palavra alienação vem do latim “alienus”, que quer dizer “de fora”. É isso o que acontece na alienação parental: um dos pais fica fora da vida do filho. E isso é péssimo para os dois.

9 a 12 meses

Comportamento

Alienação Parental é um processo muito perigoso e difícil, infelizmente, ainda comum em casos de separações e disputa de guarda de filhos na Justiça. Basicamente, ela acontece quando um dos genitores (pai ou mãe) coloca o filho contra o outro, fazendo com que o vínculo entre os dois fique cada vez mais frágil, chegando até à quebra total do laço afetivo e, muitas vezes, ao nascimento de ódio nessa relação.

Muitas vezes, o genitor que age dessa maneira nem tem noção do mal que está causando – e não apenas ao ex que deseja ferir, mas, sobretudo, ao próprio filho. Os motivos para essa atitude são os mais variados, porém grande parte gira em torno da não aceitação da separação, do divórcio, sentimento de raiva, vontade de se vingar e influências de terceiros (parentes e amigos). Isto é, a alienação parental acontece pela falta de estrutura emocional dos adultos que, assim como os filhos, precisariam de ajuda psicológica para saberem como encarar esse momento difícil.

Quando a separação é inevitável, antes de procurar seus advogados, o casal ganhará se procurar auxílio e aconselhamento de um profissional da área ou em uma terapia, pois todos os conflitos de interesses que serão levados ao tribunal em um longo e custoso processo judicial poderão ser evitados e/ou devidamente compreendidos e solucionados em terapia. O casal deve fazer todos os esforços para que a separação seja amigável, evitando-se a alienação parental, responsável por traumas psicológicos que podem comprometer o desenvolvimento da criança para sempre.

Por isso, antes de você, mãe, e seu marido procurarem um advogado, busquem em primeiro lugar a segurança emocional do  filho  e o proteja de adversidades evitáveis. Entenda que ele não tem culpa de qualquer problema de relacionamento do casal e, principalmente, não merece ser usado como arma entre vocês ou um mero objeto de disputa. Sabendo conduzir a separação, seu filho irá lidar com isso de uma maneira saudável. Lembre-se que ele é o lado mais vulnerável, mais imaturo, carente de proteção e ajuda neste triangulo familiar.

 

Para saber mais sobre esse tema:

 

Artigos Relacionados

Tem que participar

O desenvolvimento emocional do bebê está muito ligado à figura materna, mas o elemento masculino tem uma participação importante.

Não basta ser pai...

... tem que participar e muito! Pesquisas mostram que o bebê só tem a ganhar quando tem um relacionamento forte com a figura paterna

O espaço do papai está garantido

Ele tem importância fundamental para garantir a tranquilidade da mamãe e a saúde física e emocional do bebê