Teste da Orelhinha

Pela Lei 12.303/10, é obrigatória a realização gratuita, em todos os hospitais e maternidades, do teste que pode identificar problemas auditivos no recém-nascido. Basta pedir.

1 a 4 meses

Saúde

O bebê começa a escutar por volta do quinto mês de gestação, antes mesmo de nascer, ouvindo voz e sons do corpo da mãe. Após o nascimento, ele aprende a falar ouvindo a família ao seu redor. Imagine que uma criança tenha perda auditiva, mas ninguém saiba:  até que se descubra o problema, pode haver um sério atraso no desenvolvimento de sua fala e linguagem.

Deficiências auditivas em recém-nascidos afetam um em cada 1.000 nascidos e podem impactar negativamente a fala, aquisição da linguagem, o desenvolvimento social e até o emocional do seu bebê. Por isso, é importante detectar a perda auditiva o mais cedo possível, porque os bebês aprendem a usar o som assim que nascem.  Para isso foi criada a triagem auditiva neonatal, também chamada “Teste da Orelhinha”. Quando o problema auditivo é detectado logo após o nascimento, esses impactos negativos podem ser diminuídos ou mesmo eliminados, por meio da intervenção precoce.

Todas as crianças devem ser submetidas ao Teste da Orelhinha, também chamado “exame de emissões otoacústicas evocadas”, aplicado por um médico ou fonoaudiólogo. O exame é feito a partir de 48 horas de vida, com o bebê dormindo, e é rápido, seguro e indolor. Leva apenas 5 a 10 minutos: no teste é colocada uma delicada e pequena sonda com um microfone em miniatura no canal do ouvido do bebê. Em seguida, diversos tipos de sons são reproduzidos e a resposta do ouvido é gravada e medida por um computador, sem qualquer incômodo ao bebê (em geral, ele nem acorda!). Se um bebê ouve normalmente, um eco é refletido de volta para dentro do canal auditivo e é medido pelo microfone. Quando um bebê tem perda auditiva, não há eco. Em qualquer suspeita de anormalidade, o bebê será encaminhado a uma avaliação mais completa.

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