Na ponta do lápis

Contratar uma babá ou cuidadora, seja por dia ou por mês, exige cuidado com as horas de trabalho além do previsto.

13 a 18 meses

Finanças

Muitos direitos já eram garantidos e a nova lei dos empregados domésticos aumentou as responsabilidades de quem contrata.

Corta daqui, tira de lá, estica acolá... E, depois de muito faz-e-refaz, talvez o orçamento doméstico finalmente dê conta de ter uma babá ou uma cuidadora dedicada a olhar o bebê na sua ausência. Mais do que um luxo, esse pode ser um investimento necessário quando pai e mãe trabalham e não dá para contar com a família.

Na hora de fazer as contas, é preciso prever, além do salário, o recolhimento de encargos e a contratação de uma substituta no período de férias. Mais do que isso, as horas extras precisam estar nos cálculos do mês, todo mês. Essa é uma preocupação ainda maior se você ou seu marido (ou ambos) são autônomos e não têm horário de trabalho regular.

Confira alguns elementos básicos que você precisa levar em conta.

  • A jornada diária máxima é de 8 horas, e a semanal, 40 horas. O que passar disso é hora extra, paga com valor 50% maior do que a hora normal.
  • O que se paga em horas extras também exige recolhimento da contribuição ao INSS.
  • É permitido combinar antecipadamente um número fixo de horas extras regulares, mas não mais de duas por dia.

 

Pergunte aos universitários

A legislação brasileira é confusa e pode deixar qualquer um enrolado. Antes de contratar, procure a orientação de um contador ou advogado.

 

Alternativa econômica

Faça as contas: no fim do mês, pode sair mais barato ter alguém “de reserva” para olhar o bebê além do horário normal da babá.

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